Planos de Saúde

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Comercializamos os principais planos de Saúde de BH. Confira

Intermédica em BH

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Planos empresariais com Odontológia.

Plano de Saúde para Idoso

Plano de Saúde para Idoso
Plano para pessoas acima de 59 anos

Planos Odontológicos

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Venda de Planos Odontológico em BH e Interior de MG

Devo fazer um Plano de Saúde completo ou co-participativo??

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Para facilitar a adesão a um plano de saúde, decidimos criar alguns artigos citando dicas para contratação de plano de saúde, atendendo o perfil de cada pessoa.

Uma das questões que requer maior atenção, é decidir em fazer o plano de saúde completo ou co-participativo. O plano de saúde co-participativo no papel sempre é a melhor opção, porém a realidade nem sempre é essa. Pode ocorrer dois fatores para criar insatisfação.
  1. Utilizar o plano de saúde e não ter condições de pagar a fatura, devido ao acrescimo decorrente da co-participação, ou pagar e ter um desequilíbrio finaceiro.
  2. Deixar de utilizar o plano de saúde, receoso do pagamento das co-participações.

Antes de decidir, faça um pesquisa de mercado, existem muitos planos de saúde completos, com preço similiar a um plano co-participativo de outros planos de saúde.

Segue algumas orientação e dicas para definir qual será a melhor opção para o seu perfil. Se precisar de auxilio de um consultor, estaremos a disposição.

Na hora de decidir em fazer um plano de saúde, a maioria das pessoas decidem pelo o menor valor, sendo que, pagar menos nem sempre é sinal de economia. Vários planos de saúde possuem opção de plano completos e co-participavos, sendo que os planos co-participavo são mais em conta, porém são cobrados partipações em todos os procedimentos realizados.

Planos co-participavos

Os planos de saúde atualmente cobram có-participação em todos os procedimentos, divididos da seguinte maneira; consultas médicas (todas especialidades), exames simples, exames especializados e internações.

Consultas médicas - Será cobrado o valor por consulta, lembrando que o retorno no prazo de 30 dias não deverá ser cobrado co-participação.

Exames simples - Os exames simples são os que requer maior atenção, lembrando que os exames simples são cobrados por exame e não por coleta, se você fizer uma coleta de sangue, isso não quer dizer que irá pagar o valor referente a um exame, através de um coleta poderá ser feito vários tipos de exames, como por exemplo: hemograma, trigricerídios, Colesterol, Glicose, TSH, etc. Geralmente em um check-up básico é necessário fazer em torno de 10 a 15 exames simples.

Exames especializado - Os exames especializados são cobrados por exame e fica mais fácil controlar, caso precise por exemplo de uma tomografia computadorizada, será cobrado o valor referente a um exame especializado.

Internações - É o mesmo caso do exame especializado, será cobrado o valor da co-participação referente da internação, indiferente se a internação for de um dia ou dez dias. Os exames realizados em regime de internação não serão cobrados a co-participação.

Planos Completos

Não poderá ser cobrado nenhum tipo de co-participação.

Nessa hora o papel do consultor de vendas é fundamental, ele poderá te auxiliar qual a melhor opção dentro da sua necessidade.

Para as operadoras de planos de saúde a melhor opção sempre são os plano co-participavos, sendo que para o usuários, nem sempre essa é a melhor opção. Antes de decidir devemos analisar as seguintes questões;

No geral, a primeira coisa a fazer é colocar tudo na ponta do lápis, é importante colocar a diferença de custo mensal e multiplicar por doze (1 ano), ai teremos a "economia" em um ano. Após feito isso, temos que fazer uma estimativa de utilização de consultas rotineiras, check-up e até mesmo atendimento de urgência, faça as contas da co-participação que será pago.

Pronto, você já terá uma noção se vale a pena contratar um plano co-participativo. Se a diferença for considerável, vale a pena contratar um co-participavo, agora se a diferença for pequena, não convém correr o risco de gastar o um valor muito maior, sendo que a diferença da economia é fácil de fazer, mas não podemos prever o quanto iremos utilizar.

Segue algumas dicas para avaliação de contratação

  • Plano de saúde para crianças - Para crianças é inviável fazer o plano co-participavo, se formos analisar a diferença de custo entre os planos e os valores cobrados de co-participação, vamos observar que não vale a pena, principalmente para recém nascidos e crianças até 10 anos, no qual a tendência de ultização é bem maior.

  • Plano de saúde para homens - A natureza dos homens é ir menos ao médico, claro que sempre tem suas excessões, para esse tipo de caso a melhor opção é o plano co-participavo.

  • Plano de saúde para mulheres - As mulheres são mais cuidadosas e utilizam o plano de saúde com mais frequência para fazer os exames preventivos, com isso será necessário fazer os cálculos, pegando como base as utilizações dos anos anteriores, no geral, caso não tenha nenhum outro problema de saúde e não esteja programando engravidar, vale a pena fazer o plano co-participativo.

  • Plano de saúde familiar - Quanto maior o valor do plano de saúde, maior será a diferença de custo, se nenhuma pessoa da familiar tiver com problema de saúde, com certeza a melhor opção vai ser o plano co-participativo. Dica - se tiver um filho recém nascido, faça o plano completo para o mesmo.

Obs.: Caso a melhor opção seja o plano co-participativo, não seja pego de surpresa, mantenha uma reserva prudente para eventuais gastos. O importante em ter um plano de saúde, é utilizar sempre que precisar e fazer um check-up regularmente, mantendo essa reserva nunca você deixar de utilizar seu plano de saúde por possível gastos adicionais.

Plano de Saúde Samp volta a comercializar plano de saúde individual

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Após um grande período focando suas vendas em plano empresariais, a Samp voltou a comercializar plano de saúde individual.


Devido a mudanças do mercado, vários planos de saúde passaram a comercializar somente planos empresariais e uma dessas empresas foi a Samp. Ao longo de varios anos a Samp focou a suas vendas em planos empresariais, para pequenos, médios e grandes grupos.

Com visão de mercado, a diretoria decidiu a partir deste mês mudar a sua politica de comercialização, passando assim comercializar planos individuais, com custo competitivo e com opção de contratação para planos completos e coparticipativos, além disso lançou o plano com rede centralizada.

As condições comerciais estão disponíveis em nosso site.
Rede Credencia Samp
Tabela de preços individual
Tabela de preços empresarial

Em caso de duvidas e agendar uma visita, favor nos ligar, estaremos sempre à disposição para atende-lo.

Veja quais são os cuidados para contratar um plano de saúde ambulatorial

terça-feira, 15 de setembro de 2009

"Os planos de saúde ambulatoriais são usados por mais de dois milhões de brasileiros. Os preços são muito mais baratos do que os demais, mas há limitações."

Os planos de saúde ambulatoriais são usados por mais de dois milhões de brasileiros. Os preços são muito mais baratos do que os demais, mas há limitações.

Quem depende da rede de saúde pública conhece bem a dura a rotina pra conseguir atendimento. “Muitas vezes você passa o dia todinho aqui e nem resolve”, diz uma jovem.

Pra tentar fugir dessas dificuldades mais de dois milhões de brasileiros aderiram a um tipo diferente de plano de saúde. É o plano ambulatorial que cobra quase a metade do preço de um plano de saúde comum.

As mensalidades variam em média de 35 reais para os mais jovens a 230 reais para quem tem mais de 60 anos, mas o atendimento oferecido é limitado.

O plano cobre atendimento de emergência e exames laboratoriais e de imagem listados pela Agência Nacional de Saúde, como ultrassonografia e exames de sangue.

Não há limite para o número de sessões de fisioterapia, nem para as consultas médicas, como cardiologia e ginecologia. Já as consultas com nutricionista, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional e psicoterapeutas tem um número determinado por ano.

Este tipo de plano não inclui internação hospitalar, nem qualquer exame ou tratamento que dependa da estrutura de um hospital por mais de 12 horas e ainda serviços como Unidade de Terapia Intensiva. “Tem uma parcela dos clientes que representam um custo muito alto para a operadora com internações, de alto risco, de terapia intensiva e com procedimentos caros. Este alto risco não temos em um plano ambulatorial”, diz Pasquale Caruana, superintendente de operadora.

Depois de muitas filas e problemas no atendimento na rede pública, Maria Célia contratou um plano ambulatorial.

“Se a gente precisar de algo mais séria não tem. Ai a gente vê depois o que faz”, diz uma aposentada. A falta de cobertura para internações e cirurgias é o que mais preocupa os segurados. “Me preocupa porque para ser internada tem que ter dinheiro”, diz uma senhora.
Fonte: G1